| Só
por amor >>
Durante a temporada de Concurso
Completo de Equitação de 2002, quando estava
em seu 18º ano de vida, meu cavalo Flanel começou
a ficar diferente durante os treinamentos diários.
Não estava cansado nem manco: atacava os obstáculos
com a verve de sempre, sua freqüência cardíaca
continuava a ser melhor que a da maioria dos cavalos mais
jovens. Mas parecia sem graça durante as longas horas
de condicionamento físico necessárias a um cavalo
de CCE; começava a lhe faltar o brilho no adestramento,
não apenas nos treinos mas também em competições.
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Versatilidade
para não ter medo >>
Uma das boas qualidades dos animais
criados no Rio do Céu é sua adaptabilidade a
todos os tipos de situação. Criados desde cedo
em contato com pessoas que gostam de cavalos e expostos a
vida do campo, inclusive em contato com motores, tratores,
caminhões, os animais crescem confiantes e sem medo.
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Braquiária e Napier não são alimentos para cavalos. E não adianta insistir. >>
O fato de muita gente gente ainda dar qualquer capim para os cavalos apenas mostra como pouco se interessam em conhecer, aprender sobre qualidade nutricional dos equinos. A desculpa de que era assim que meu avô fazia apenas comprova a tese da perenização do erro, adotada em larga escala por muitos criatórios e manèges neste Brasil.
Com o capim elefante ou napier, ainda comumente adotado, outro erro grosso. Napier é bom pra vaca que tem dois “estômagos” e que precisa da alta proteína que napier fornece (isso se for cortado entre 45 e 60 dias desde sua floração...!)
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